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A23: Marcha lenta contra portagens liga hoje norte e sul do distrito

Reconquista - 12/04/2018 - 22:17

A marcha convocada pela Plataforma P’la Reposição das Scut’s na A23 e A25 parte de Castelo Branco e Covilhã, terminando na Lardosa.

O protesto liga vários concelhos atravessados pela A23. Foto Luís Tavares/ Reconquista

 

A Plataforma P’la Reposição das Scut’s na A23 e A25 marcou para esta sexta-feira uma marcha lenta contra as portagens nas autoestradas, que vai partir simultaneamente de Castelo Branco e da Covilhã, com encontro marcado na Lardosa.

O protesto tinha sido anunciado no início de março, na sequência de um fórum organizado na Covilhã por esta plataforma que agrega empresários, sindicatos e cidadãos dos distritos de Castelo Branco e da Guarda. Nessa altura foi anunciada a data de 6 de abril mas a marcha lenta irá acontecer uma semana depois.

Em Castelo Branco a marcha começa pelas 16H00 junto ao estádio do Vale do Romeiro, seguindo pela estrada nacional 18 em direção a Alcains e Lardosa.

A norte o protesto parte pelas 15H30 do Jardim das Artes da Covilhã, passando pelo hospital e seguindo pela nacional 18 em direção à zona industrial do Fundão.

O protesto entra depois pela A23 até Castelo Novo, com regresso à nacional até à Lardosa.

É nesta localidade do concelho de Castelo Branco que fica a sede da Globalvia A23- Beira Interior, a antiga Scutvias.

Em comunicado a comissão organizadora diz que espera “uma forte mobilização da comunidade local em torno de uma questão que afeta a todos, residentes e quem nos visita, trabalhadores e empresas, e que põe em causa o próprio desenvolvimento económico e social da região”.

No encontro onde foi decidida a marcha lenta ficou ainda em aberto um protesto em Lisboa, junto à residência oficial do primeiro-ministro, que segundo a plataforma irá decorrer em abril ou maio.

“A Plataforma de Entendimento relembra que a imposição das portagens além de travar o desenvolvimento socioeconómico do interior, tem contribuído para um aumento significativo da sinistralidade rodoviária nas estradas nacionais desde que as portagens entraram em vigor”, diz a organização.

COMENTÁRIOS

Dora Gonçalves.
Este ano
Pagar portagens , aliás, pagar algo é sempre desagradável. Mas , se ninguém pagar , de onde virá o dinheiro para manutenção ( limpeza , novo piso ) das auto estradas ? Todos pagam as facturas de água, gás, electricidade , televisão, telemóvel ..