Retorno à linguagem à moda antiga, correspondendo à curiosidade de muitos dos meus leitores. A par disso, mais adianto o “dicionário” dos “dialectos sarzedenses” e mais aumento a “chave” que te permita entrar melhor nas prosas e nas tradições de antigamente que, em boa parte, ainda persistem.
Ao receber, em 05/01/19, o jornal Reconquista de que sou assinante desde 1963, verifiquei que na primeira página tinha uma notícia bastante importante em termos nacionais, relativa à entrada em funcionamento na cidade de Castelo Branco, em 2 de janeiro de 2019, da Secretaria de Estado da Valorização do Interior, instalada nas antigas instalações do Governo Civil.
A entrada de Portugal na União Europeia, em 1986, marcou uma mudança radical na forma de fazer política, tanto a nível local como a nível nacional.
Quando se fala cada vez mais da família e do seu papel, eis a questão.
Foi hoje sepultado um Cidadão que a doença afastara de atividade nos últimos anos, mas ao qual a Cidade e Região -a sua Beira natal- não pode deixar no olvido, em tempos de memória sem recuo.
Transversal é a preocupação dos investigadores relativos a algumas questões basilares, a saber: recursos humanos, aplicabilidade da produção de conhecimento e durabilidade dos projetos.
Na sequência das notícias publicadas no semanário Reconquista, nomeadamente nas edições de 6 e 20 de Dezembro, relativas ao impasse verificado na constituição do executivo da União de Freguesias de Escalos de Cima e da Lousa, cumpre-me igualmente, enquanto vogal da Assembleia de Freguesia eleito pelo PSD – Partido Social Democrata, tomar posição.
O Largo Artur Lourenço Fernandes, aprovado pela Assembleia de Freguesia e patrocinado pelo Grupo de Amigos de Santo André de Tojeiras constitui uma justa homenagem ao sr. Artur Lourenço Fernandes, nascido em Vale da Pereira, filho de artífice entre camponenses.
Nos dias que correm muitos são os que falam de alterações climáticas, optando usualmente por um de dois tipos de discurso: o da desgraça ou o da descredibilização.
Depois de ter abordado, no primeiro artigo, a situação demográfica dos principais municípios portugueses, nos quais Castelo Branco se inclui, pretendo agora evidenciar a importância da autarquia no desenvolvimento socioeconómico da nossa comunidade, com base na informação incluída no “Anuário Financeiros dos Municípios Portugueses”.
Em 1918 constitui-se a primeira comissão em defesa da restauração da diocese de Castelo Branco. Seria em Dezembro de 1920 que finalmente chegariam a Roma os argumentos que a Comissão considerava suficientes para demover a Santa Sé. Enganava-se, como sabemos.
No meu tempo, na década de cinquenta, era a rapaziada que no ano em que ia à inspeção militar tinha a incumbência de no dia 8 de dezembro colocar no adro da igreja os madeiros.
Rui Rio acaba de dar uma demonstração de política séria. Por isso foi criticado por todos os que fazem da política uma brincadeira.
«A poesia religiosa de Alexandre Herculano» foi o tema da palestra que proferi recentemente no Centro Artístico Albicastrense, a segunda palestra da série «Já leu a Poesia de...?».
Com o avanço da idade o ser humano ganha, regra geral, em sabedoria, experiência e em maturidade. Inevitavelmente, surgem também os mais diversos sinais de envelhecimento.
Os últimos quarenta anos são já, sem dúvida, dos mais extraordinários que o Homo Sapiens conheceu desde que os seus avós desceram das árvores.
Castelo Branco é hoje um concelho com expressivas dinâmicas económicas e sociais.
Ninguém hoje dúvida da importância que o turismo tem no desenvolvimento dos territórios e das regiões.