A entrada no auditório faz-se de maneira ordeira, tanto quanto possível num grupo de crianças que chega acompanhado das professoras e professores. Mas assim que as luzes se apagam e soam os primeiros acordes, o público a quem se destina este concerto liberta-se das amarras e toma conta da festa. Foi assim no Centro Cultural de Alcains, que recebeu o projeto “O Roque Nunca Vai Acabar”, a convite do Festival Singular, da Terceira Pessoa.