Um abutre-preto e um grifo foram libertados no Parque Natural do Tejo Internacional depois de terem passado vários meses em Castelo Branco, ao cuidado do Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens, o CERAS. O juvenil de abutre-preto foi encontrado numa rua da aldeia de Orca, no concelho do Fundão. Estava debilitado e tinha lesões na cavidade oral, provocadas por um fungo. A falta de alimento, aliada à tenra idade da ave, terá sido o suficiente para ficar vulnerável. Ana Filipa Lopes, a coordenadora do CERAS, explica que entrou no centro da Quercus em setembro. Três meses depois foi libertado na Herdade da Cubeira. Com ele regressou também à natureza um juvenil de grifo, encontrado na zona de Portalegre com sinais de debilidade e desorientação, tendo entrado no centro no final de outubro.