Associação de Basquetebol Albicastrense está a assinalar dez anos (Foto ABA)
A dificuldade de encontrar "pavilhão para treinar ou jogar" atrasou, significativamente, a nova época desportiva da Associação de Basquetebol Albicastrense (ABA), a coletividade que enquadrada a nível federado a modalidade em Castelo Branco.
A situação foi recentemente desbloqueada, "após algumas reuniões com a Câmara de Castelo Branco e com o Instituto Politécnico", como adiantou o presidente da ABA, Gustavo Matos. O planeamento de todo o trabalho, "atempadamente planificado no mês de julho", ficou comprometido "devido a burocracias alheias à nossa associação", mas após as dúvidas, "inclusivamente em relação à continuidade do basquetebol na época 2016/2017", foi encontrada uma solução que em muito agrada aos responsáveis.
"A possibilidade há muito esperada de podermos treinar em dois pavilhões diferentes, torna-se realidade e vai trazer-nos grandes vantagens, sobretudo aos atletas. Finalmente podem treinar a campo inteiro, mais concentrados e com um leque diversificado ao nível do treino", destaca o líder diretivo da ABA.
Os pavilhões da Escola Superior de Educação e da Escola Cidade de Castelo Branco passam a ser os palcos do basquetebol.
A ABA completa este ano o 10.º aniversário e já planificou eventos, torneios e atividades enquadradas nesse âmbito. A primeira foi este fim-de-semana, 1 e 2 de outubro, com um torneio internacional comemorativo dos 10 anos, para o escalão de sub-14 (masculinos e femininos). Decorreu no pavilhão da ESE e contou com a participação de alguns clubes portugueses com notoriedade no basquetebol, como o Benfica e o Sport Algés e Dafundo, mas também o Clube 5 Basket, Chamusca Basket e os espanhóis da AD Cáceres, Colégio San Antonio (Cáceres) e AD Mérida.
Entretanto, os horários dos treinos tanto em Castelo Branco como em Alcains já estão totalmente definidos. Terças, quintas e sextas na cidade albicastrense distribuem-se por aqueles pavilhões e em Alcains há às segundas, quartas e sextas.