José Simão. Foto arquivo
São três medalhas que vão ser mostradas em três cidades, de três continentes diferentes e em três anos.
O protagonista é um, o escultor José Simão, que participa no projeto “Progression”, que conta com artistas japoneses e portugueses.
A primeira cidade visitada é Nova Iorque, onde o trabalho de José Simão está em exposição até 23 de novembro, na Medialia Gallery, no centro de Manhattan.
No próximo ano o destino é Kioto, no Japão, onde apresentará o seu trabalho na Galeria H2O, entre 20 de outubro e 1 novembro de 2020.
Nessa altura realiza-se também o congresso da Federação Internacional da Medalhística, que decorrerá em Tóquio e no qual irá participar.
O roteiro termina em 2021 com o regresso a Portugal, na galeria do Município do Seixal.
José Simão selecionou para este evento a medalha dos 500 anos do falecimento do Poeta João Roiz de Castelo Branco, que foi editada pela Câmara Municipal de Castelo Branco em 2015.
Foram ainda selecionadas duas medalhas projetadas para o evento “Progression”: “Janelas para o Futuro” e “Poema ao Universo”, que segundo o autor “refletem sobre a fragilidade do planeta Terra, e a necessidade de encontramos modos de vida sustentáveis”.
Estas criações utilizam madeiras de medronheiro, pessegueiro, esteva, liquidâmbar e sementes de tília “materiais que estão disponíveis localmente”.
O “Progression” terá ainda um catálogo em português, inglês e japonês.