Sociedade Columbófila de Castelo Branco quer levar a modalidade às escolas
Castelo Branco está cada vez mais ao nível do que de melhor há na columbofilia portuguesa. A ilação é do experiente João Andrade e foi produzida à margem do lançamento de pombos com que se inaugurou, oficialmente, a abertura do Albiday, no último sábado.
O columbófilo albicastrense salienta a mais-valia que constitui a nova sede da Sociedade e a existência no concelho de colónias “mais homogéneas e selecionadas”. Estão assim criadas condições para dar a conhecer o mundo encantado dos pombos atletas às gerações mais jovens.
Aproveitando a jornada de encerramento das atividades escolares, João Andrade deu a conhecer um objetivo dos columbófilos de Castelo Branco: levar a atividade ao ambiente escolar.
“A ideia é solicitar aos diretores dos agrupamentos uma colaboração para darmos a conhecer à juventude o que é este desporto tão nobre. Há vídeos incríveis sobre o mundo da columbofilia. Em muitos locais do país, já há pombais instalados na escola. Aqui também é possível fazer isso, caso haja abertura”, expôs João Andrade.
Estas palavras foram produzidas num dia “muito especial” para os columbófilos. Realizava-se o emblemático concurso de Barcelona, uma prova de enorme exigência e que acabou por fazer mossa, “face a condições climatéricas muito adversas para os pombos”.
A Castelo Branco chegaram apenas 14 alados. Andrade perdeu 50 por cento dos pombos enviados, mas acabou por “marcar bem”. O ano passado a prova de Barcelona “correu muito bem” aos albicastrenses.
Provas desta natureza, “uma clássica e uma maratona onde qualquer columbófilo gosta de triunfar”, obedecem a uma preparação rigorosa. É por isso que João Andrade remata a conversa de forma emotiva: “É uma sensação incrível ver chegar um pombo”.