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Cordinhas da Beira Baixa: Ciclo de concertos espalha o espírito de Natal

Lídia Barata - 12/12/2024 - 8:00

A Orquestra Tradicional Cordinhas da Beira Baixa, volta a reunir em palco mais de centena e meia de músicos em palco, num ciclo de concertos natalícios que terminam em Penamacor.

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Em Proença-a-Nova foram mais de 200 os músicos em palco

A Orquestra Tradicional Cordinhas da Beira Baixa, volta a reunir em palco mais de centena e meia de músicos, entre os tocadores de cavaquinhos “residentes”, pertencentes aos grupos de Rosmaninhal, Penha Garcia, Estreito e Castelo Branco, a quem se juntam o músico Paulo Lourenço, as vozes de Raquel Maria, João Pedro e do Orfeão de Castelo Branco.

Foi com esta formação, dirigida por Alexandre Pontes, que a Orquestra Tradicional Cordinhas da Beira Baixa se apresentou em Lisboa, dia 7 de dezembro, na Freguesia de Benfica que aproveitou este mega concerto para dar outro brilho à inauguração da praça do Calhariz e de um coreto.

No dia seguinte, o número de músicos em palco rondou as duas centenas, porque juntou-se a este leque de artistas o Grupo Coral de Proença-a-Nova, com uma participação especial no concerto realizado no auditório dos Paços do Concelho, em Proença-a-Nova.

O programa de concertos prossegue, já com sabores também de Natal, em Penha Garcia, dia 20 de dezembro, pelas 21H00. Este concerto tem o apoio da Junta de Freguesia de Penha Garcia, acrescentando à música as filhós e o cacau quente, entre outras iguarias.

O último concerto agendado será em Penamacor, dia 22 de dezembro, pelas 18H00, no âmbito do programa da Vila Madeiro.

Recorde-se que esta grande Orquestra nasce da união dos quatro grupos de cavaquinhos que durante o ano cada um tem o seu programa de atividades, mas nesta época se unem para reforçar o espírito de Natal, através das músicas tradicionais que caracterizam a Beira Baixa. Um trabalho que tem sido possível graças à persistência de Alexandre Pontes, que apesar de toda a logística e organização que este tipo de eventos acarreta, sobretudo devido ao número de pessoas envolvidas, afirma que “quem corre por gosto não cansa e quando se gosta do que se faz, tudo é possível”.

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