O ano de 2024 não deixa muitas saudades. Agudizaram-se conflitos à escala global e, mais uma vez, o fosso entre os mais ricos e os pobres do planeta aumentou. Não há meio de aprendermos com os erros do passado e depois passamos a vida a dizer que a História repete-se. Tudo indica que assim continue a ser.
Contudo, a cada virar de página no calendário para um novo ano renova-se a esperança e renovam-se os votos para uma vida melhor, mais inclusiva, mais respeitadora dos Direitos Humanos. E assim será em 2025. Entramos com esperança.
O novo ano assinala mais uma vez o jubileu que os cristãos celebram a cada 25 anos. E não é por acaso que o lema «Peregrinos de Esperança» foi o escolhido pelo Papa Francisco.
As dioceses católicas de Portugal começaram a celebrar o Jubileu 2025, centrado na temática da esperança, com a abertura solene do ano jubilar no último domingo, 29 de dezembro, em todas as catedrais, conforme estipulado pelo Papa Francisco.
Na Bula ‘Spes non confundit’ (A esperança não desilude) de Proclamação do Jubileu 2025, o Papa determinou que nesse dia de 2024, em todas as catedrais, os bispos diocesanos celebrassem a missa como abertura solene do ano jubilar, segundo o ritual preparado para esta celebração.
As várias dioceses católicas do país, 21 no total, convidaram os fiéis para a abertura do Jubileu 2025 nestes territórios, com programas que incluíram peregrinações pelas ruas das cidades e vilas, abertura da porta nas «Sés e catedrais» e celebração da Eucaristia.
Na Diocese de Portalegre-Castelo Branco, a abertura do Ano Jubilar Universal realizou-se quer em Portalegre quer em Castelo Branco, em momentos diferentes presididos pelo bispo D. Antonino Dias.
Reconquista associou-se ao momento transmitindo em direto a procissão e a Eucaristia na cidade albicastrense através dos seus canais de comunicação.
Haja esperança!
Um Feliz 2025 para todos!