Com musgo, sem musgo, com árvore, sem árvore, com luzes, sem luzes, com filhós, sem filhós. É Natal! Há sempre Natal!
Algo mudou definitivamente o mundo há 2024 anos. E é isso que se celebra. O nascimento de uma criança a quem os pais chamaram Jesus. Um presépio.
Não deveria ser necessário lembrar. Chega a ser triste que tenhamos de o fazer. Mas, importa que o façamos. A apropriação da data para outros fins levou a que muitos ainda hoje se confundam com o seu verdadeiro significado e outros, mais astutos, o façam propositadamente tirando daí partido.
Não nos deixemos ofuscar pelas «luzes» que iluminam outros caminhos, os da opulência, da ostentação, ou da mais vil mercantilização, desvirtuando a pureza de um quadro que tem uma mensagem que, definitivamente, não passa por aí.
Celebremos o Natal. Com alegria, em festa, em família, cada um com o seu presépio, porque é de facto uma celebração que faz sentido. Cada vez mais. Sobretudo em momentos de guerras como as que atravessamos, é importante que haja alguma luz sobre a penumbra dos dias e dos ódios entre os homens.
Um feliz Natal para todos!
Celebremos.