São raras as terras que se disputam avidamente nos dias que correm. As utilizações são bastantes e os apetites pelas mesmas ainda maiores.
Num ápice, o Mundo começou a discutir as terras raras, a Gronelândia e a guerra da Ucrânia passou a ser um negócio ainda maior do que já era. Vergonha é coisa que não há, ou deixou de haver, e o gigante americano passou a apostar forte neste «poker» global. Tudo é um jogo na hora de faturar ou de cobrar, imagine-se, apoios geoestratégicos que, supostamente, deveriam ser encarados como cimento de uma civilização que se diz evoluída.
As propriedades químicas e físicas das terras raras são utilizadas numa grande variedade de aplicações tecnológicas. Os metais de terras raras estão incorporados em aplicações como os supercondutores, magnetos miniaturizados, catalisadores utilizados em refinação de produtos diversos e componentes para carros híbridos. São também utilizadas em materiais luminescentes usados em aplicações como o laser ou os écrans de televisores e computadores (Fonte Wikipédia).
O degelo na Gronelândia coloca a nu a possibilidade de exploração da riqueza existente nos seus solos e na guerra da Ucrânia acontece o mesmo, num território a caminho da devastação.
«Cada um faz a cama onde se deita» diz o velho ditado. O sonho de um mundo civilizado, democrático e livre de circulação para pessoas e bens está a virar pesadelo.