A equipa que subiu o andebol feminino à 1.ª divisão nacional. Na foto veem-se os saudosos Jorge Martins (em pé à esq) e Luís Gomes Filipe (na bancada)
Há uma mágoa com que – confessa - tem dificuldade em lidar. “Olho para a Oliveirense e revejo aquilo que podia ser o BC Branco. Tem futebol profissional e nunca abdicou de modalidades que a projetam como clube e embaixador de uma cidade para o plano internacional. Oliveira de Azeméis tem o hóquei e o basquetebol como referências e Castelo Branco deveria ter o andebol, sem que isso implicasse com o futebol. Nunca percebi essa falta de visão. E de convergência”.
A pertinente analogia pertence a João Fazenda. Se no masculino é, indiscutivelmente, um dos nomes da linha da frente da explosão da modalidade a partir do contexto académico, com Curto, Félix, Mata, Luís Barata e outros; no feminino o professor é, inequivocamente, o Senhor Andebol.

Equipa de 1992/93 só com atletas albicastrenses quase alcançava a fase final da 2.ª divisão
Não esquece no percurso que protagonizou e que teve o apogeu em 1996/97, quando a equipa feminina do BC Branco disputou uma competição europeia (Taça EHF), num feito ímpar do desporto albicastrense, o companheiro de muitas jornadas, Vítor Santos e o fiel escudeiro João Paulo Ramalho.
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