A imagem reporta há três anos, num encontro de ex-jogadores e elementos da estrutura
Na edição em que Reconquista assinala 75 anos de existência, recuamos aos anos 70 do século passado para trazer à memória das gerações mais “entradotas” e ao conhecimento dos que ainda não estão nos “entas”, uma das mais valiosas representações desportivas de Castelo Branco. Reportamo-nos aos tempos agregadores (e posteriormente polémicos) do andebol masculino do BC Branco, que chegou a bater o “pé” – passe a expressão numa modalidade que se joga com a mão – aos colossos nacionais.
Na época de 1976/77, os encarnados da Beira Baixa só foram superados na classificação por Belenenses (bicampeão nacional com Espadinha, Carrasco e companhia), Sporting e Benfica. As ‘águias’ de Carlos Silva, Vasco Vasconcelos e João Gonçalves, perderam mesmo (18-17) no “inferno” do Afonso de Paiva. Inferno? O pavilhão da então escola preparatória constituía uma dor de cabeça para quem o visitava, tal o entusiasmo com que os seguidores albicastrenses viviam as partidas de sábado à noite… Às vezes até se excediam!

Foi uma época histórica aquela que marcou a estreia na 1.ª divisão, depois de em 1975/76 ter ascendido a esse patamar, juntamente com o Encarnação, outro emblema de referência, que nesse ano afastou da Taça de Portugal o campeão ‘Belém’.
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