Desta vez a União Europeia abriu os cordões à bolsa, embora o Bloco de Esquerda diga que não: 45,1 mil milhões de euros a fundo perdido até 2029, dá cerca de 18 milhões por dia.
É dinheiro que, se for bem aplicado, pode renovar a nossa economia.
Claro que há regras para essa aplicação que deve ser no sentido da digitalização e das energias renováveis sobretudo.
Os projetos terão de ser apresentados antes de serem aplicados. Marcelo quer a sociedade a debater a aplicação destes milhões europeus.
Acho bem que isso não fique confiado apenas aos políticos e banqueiros, pois a experiência do passado dia que já há muitos a serem investigados por mau uso dos dinheiros.
Será bom que Câmaras, Associações Empresarias, etc., tenham oportunidade de serem ouvidos e poderem apresentar planos de ação.
Há a tentação de obras megalómanas como a alta velocidade, a construção de um grande aeroporto, ou outras do género que vêm beneficiar sobretudo o litoral.
O interior do país está carente de tudo, a começar pela população que tenha condições para se aqui fixar.
A reflorestação do país está por fazer, embora se fale nela há tantos anos; o problema da água está por resolver, basta olhar o que se passa com o Tejo para ver como estamos dependentes de Espanha; as acessibilidades deixam muito a desejar devido às portagens, às faltas de vias rodoviárias e ferroviárias em condições.
O pior que se pode fazer, será utilizar este dinheiro para tapar buracos para salvar empresas e bancos falidos, como alguns querem…
Nem só de turismo deve viver este país…