Na semana passada 11 mil investigadores tocaram o sino a rebate ao afirmarem que “para garantir um futuro sustentável, temos de mudar a forma como vivemos”. Isto dizem eles para evitar um “sofrimento incalculável”. Ainda bem que não é só o Papa Francisco a apontar o perigo das alterações climáticas que estão a decorrer e a pedir novos parâmetros de vida para as travar. Agora é a ciência a apoiá-lo e a pintar o quadro ainda mais negro.
Cimeiras organizadas pelos políticos parecem não faltar: agora vai acontecer a cimeira de Madrid e lá estarão os movimentos e as estrelas defensoras do ambiente a propor novos acordos. O problema é que muitas vezes ficam apenas no papel, mesmo para aqueles que os subscrevem, já para não falar do presidente dos Estados Unidos que agora abandonaram formalmente o acordo de Paris. Portugal é um dos 35 países que dizem que vão cumprir as metas deste acordo.
Não há planeta B os sinais de alarme vão-se multiplicando de modo a revelar sobretudo um aumento de temperatura da água do mar com todas as consequências que daí advêm: degelo que aumenta o nível do mar, tempestades cada vez mais violentas, secas, temperaturas exageradas em terra, etc. É hora de fechar centrais a carvão, de usar o automóvel só para o estritamente necessário, de evitar as grande queimadas, enfim, de reduzir pegada ecológica.
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