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Ideias e factos: Um mundo novo

Agostinho Dias - 09/07/2020 - 9:35

Nicolas Hulot, ex-ministro do governo de Macron publicou os “100 princípios para um mundo novo”. Retomando a fórmula usada por Nelson Mandela todos eles começam por “É chegado o tempo de…” Aqui deixamos os que julgamos mais importantes: “É chegado o tempo de “não mais sacrificar o futuro em nome do presente”; “cuidar e consertar o planeta”; “aprender que todas as crises ecológicas, climáticas, sociais, económicas e sanitárias são apenas uma e a mesma crise; uma crise de excesso”; “apostar na ajuda mútua”; “nos reconciliarmos com a natureza”; “respeitar os animais”; “cultivar a diferença”; “conectar a nossa comunidade de destino com a família humana e todos os seres vivos”; “reconhecer a nossa vulnerabilidade”; “restaurar o sentido do progresso”; “uma globalização que partilhe, que coopere e que dê aos mais fracos”; “preferir o comércio justo ao comércio livre”; “definir, preservar e proteger bens comuns”; “solidariedade universal”; “uma economia que preserva e redistribui por cada um; “anular a dívida dos países pobres”; “igualdade absoluta entre mulheres e homens”, “estender a mão aos humildes e invisíveis”; “emergir a economia social e solidária”; “isentar os serviços públicos da lei do lucro”; “educar os nossos filhos para o ser, para o civismo, para a vida em comum; e ensiná-los a habitar a terra”; “aprender a viver de maneira mais simples”; “nos libertarmos dos nossos vícios consumistas”; “viajar perto da casa”; “distinguir o essencial do supérfluo”; “renunciar àquilo que compromete o futuro”; “declarar que o racismo é a pior das poluições mentais”.
Se a pandemia servir para vivermos deste modo, nem tudo foi negativo… 

 

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