Na sequência da entrega dos prémios de Ciberjornalismo de Proximidade ao Reconquista, o sub-diretor do jornal assina um artigo de opinião
É sempre bom vermos o nosso trabalho reconhecido. E quando esse trabalho é fruto de um esforço conjunto melhor ainda.
O Reconquista tem feito um caminho de décadas em defesa dos princípios basilares do jornalismo, sem perder o espírito de servir sempre o melhor possível os seus leitores. Leitores que se integram numa vasta comunidade, cada vez maior, que se multiplica em diferentes plataformas, do tradicional papel às mais modernas e díspares paragens do chamado mundo digital.
Mas, independentemente do local ou do suporte, o que nos norteia é apenas uma coisa: o jornalismo sério, factual e credível. De Castelo Branco para a aldeia ao lado, de Castelo Branco para o concelho ao lado, ou para o mundo. Tanto faz. No meio de tanto ruído e muitas vezes incompreensões, lá vamos fazendo caminho a andar. Sem pressas, nem medos. Com respeito por pessoas, instituições e pelos códigos que regem a profissão.
O nosso sentido de missão tem por base também a inspiração cristã que nos ilumina o caminho, desde a nossa génese, há 73 anos.
O regime democrático em que vivemos tem como um dos seus pilares, precisamente, a Liberdade de Imprensa que aqui defendemos quotidianamente. E como se recalcou nesta entrega de prémios na Universidade do Porto, onde está sediado o Observatório de Ciberjornalismo, a Democracia precisa do bom jornalismo para respirar, para se cimentar, para que ela própria continue a crescer de forma saudável.
Daí que, cá na casa, continuemos diariamente a lutar pelos mesmos princípios, a mesma seriedade, o mesmo profissionalismo, independentemente da plataforma onde trabalhamos, porque somos uma e a mesma equipa.
Bem hajam a todos por estarem desse lado. Que Deus nos dê saúde, humildade e inteligência para continuarmos o nosso caminho.
Jornalista, Sub-Diretor do Reconquista