Está patente até dia 7 de janeiro, na Galeria Municipal de Proença-a-Nova, a exposição de escultura intitulada “A minha fuga para a Beira Baixa”, de Luís Pinheiro.
Artista dá forma aos elementos que a natureza lhe oferece
Está patente até dia 7 de janeiro, na Galeria Municipal de Proença-a-Nova, a exposição de escultura intitulada “A minha fuga para a Beira Baixa”, de Luís Pinheiro. O escultor apresenta nesta mostra elementos da natureza ferro e pedra.
Na inauguração, a 7 de novembro, reservada a um número reduzido de convidados dadas as contingências impostas pela pandemia, João Lobo, presidente da Câmara Municipal elogiou “a originalidade do escultor na utilização das pedras roladas, a reutilização do ferro velho e a sensibilidade na reprodução de figuras, utilizando materiais tão pesados”, ficando na calha a oportunidade de produzir elementos decorativos para espaços no concelho.
Inspirado nos elementos naturais, Luís Pinheiro vê “em qualquer pedra, esquecida pelo tempo e desprezada pela sua aparente ‘inutilidade’, o que pode ser a barriga de um pelicano e as delicadas pétalas de uma flor”. A grande escultora “é a natureza, eu limito-me apenas a dar-lhe alma, emoção, poesia”.
O escultor desenvolveu a sua faceta artística como profissão em 2004 em Medas, Gondomar. Através do seu gosto pela natureza, as suas obras, das mais variadas dimensões, nascem da pedra, do ferro, da madeira e de materiais reciclados. Começou pelas caras esculpidas e com o evoluir do tempo nasceram os animais, quadros, árvores, flores, presépios, santos e uma diversidade de peças.
Além de expor em galerias, o autor produz peças por encomenda para decoração de espaços interiores, exteriores e em espaços naturais.