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Redes (anti)sociais

Lídia Barata - 17/07/2025 - 8:00

É um cliché, mas as redes sociais cada vez mais dominam a sociedade. Mas, em crescendo também, pelos motivos menos bons. Os “poli sábios” assíduos, poucos identificados e a maioria atrás de páginas falsas, opinam sobre tudo e sobre todos, especialmente para depreciar. É o político que não faz (o que eles querem), os jornalistas que não escrevem (o que eles querem), a igreja que não faz (como eles querem), os médicos que não atendem (como eles querem) e até mesmo a justiça, essa “malvada” está subjugada aos interesses dos que escapam às suas malhas.
É bom que o cidadão esteja atento? Claro! É bom que o cidadão tenha sentido crítico? Obviamente que sim! Pena é que sejam os mais letrados, aqueles que até sabem ler, analisar e pensar a distorcer os factos para ir “na onda”  
Arriscámo-nos a que a velha máxima “à justiça o que é da justiça”, em breve tenhamos “aos poli sábios das redes sociais o que é da justiça, o que é da política, o que é do jornalismo, o que é da igreja, o que da saúde…”, ajudando a que estas redes se tornem cada vez mais toxicas e anti sociais. 

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