Jeremias, presidente da Brigada do Reumático, mostrou-se satisfeito com os resultados do estudo sobre o impacto que a Grande Casa das Escolinhas tem na Área Metropolitana do Burgo. - “Só de pensar que num passado recente pessoas com responsabilidades no anterior Governo Lusitano e na oposição local defenderam o fecho da instituição, até me dá arrepios. São quase 40 milhões o valor que é movimentado por toda a comunidade académica”, disse, entusiasmado.
- “Ena pá, tanto?”, perguntou Godofredo, secretário geral da BR, que embora não estude na Grande Casa das Escolinhas, é aluno assíduo da USB – Universidade Sénior do Burgo. - “Se a esse valor juntarmos aquilo que a USB coloca na economia do Burgo, estamos a falar de muito dinheiro”, acrescentou.
- “É bem verdade. Eu até me arrepio quando pensam em fechar instituições, com o argumento que são coisas a mais para o Burgo. Tudo o que for para fechar temos que estar contra!”, voltou à carga Jeremias que bem se recorda daquele tempo que em Assembleia do Burgo o defendeu e que agora, como se nada fosse, diz que nunca disse o que efetivamente verbalizou.
- “O importante é que a Grande Casa das Escolinhas saia reforçada e consiga captar mais alunos. Isso é que é importante. Há espaço para todos e a Área Metropolitana do Burgo é um bom exemplo disso mesmo”, explicou Evaristo, presidente do Conselho Fiscal da BR, que com Godofredo e Jeremias conversavam no café Beiral, sobre a sorte grande que saiu para os lados do Pinhal. - “Ao menos foi aqui perto!”, disseram, na expetativa que algum investimento também venha a beneficiar a economia da região…
JC