Prova dos madeiros tem um ambiente característico
A Corrida dos Madeiros, também conhecida como S. Silvestre de Castelo Branco, corre-se na noite desta sexta-feira, dia 23, a partir das 20H00. Criada em 2013 pelo Desportivo de Castelo Branco, passa ao fim de três edições para a alçada da Associação do Bairro do Cansado (ABC), num entendimento que merece o aplauso do presidente da autarquia albicastrense, Luís Correia (ver peça em anexo).
No último defeso as duas agremiações acordaram a transferência do enquadramento da modalidade. É agora a ABC que tem o atletismo na cidade albicastrense. “Sempre esteve na nossa mente a reativação do atletismo, modalidade que tem história na nossa associação. Falámos com Luís Caiola e o Desportivo, que está mais vocacionado para o futebol, concordou”, explicou João Serra, líder diretivo da Associação do Cansado durante a conferência de Imprensa de apresentação da São Silvestre.
À tradição dos madeiros, desde a primeira hora associada a esta prova, a organização junta agora outros “miminhos” da quadra para os participantes: “um reforço de sopa regional e filhós”, adianta o dirigente.
São quase 10 mil metros com partida e chegada junto à sede da associação. O percurso tem duas voltas e vai passar nos madeiros da Sé e do Espírito Santo. João Robalo Coelho, da Associação de Atletismo de Castelo Branco, entidade que garante a parte técnica da corrida, prevê uma boa participação: “a data é boa, não obstante nesta altura haver muitas provas e com prémios monetários” Algum padrinho para a S. Silvestre albicastrense? “Ainda estamos a tentar o Samuel Barata, que é atleta internacional do Benfica e é aqui do distrito”, disse o líder da AACB.
Nas anteriores edições ganharam esta corrida João Serralheiro (2013 e 2015) e o antigo ciclista profissional Carlos Baltasar (2014).