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Sophia: Plataforma pede prolongamento da consulta pública

Reconquista - 21/10/2026 - 10:09

Plataforma de Defesa do Parque Natural do Tejo Internacional alega pouco tempo e dificuldades no acesso aos documentos. Prazo termina esta quarta-feira.

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Projeto prevê painéis nos concelhos de Idanha-a-Nova e Penamacor. Foto arquivo

 

A Plataforma de Defesa do Parque Natural do Tejo Internacional pediu à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para prolongar o prazo da consulta pública da reformulação do projeto da Central Solar Fotovoltaica de Sophia e das suas linhas elétricas de muito alta tensão, que termina esta quarta-feira.

As propostas estiveram em consulta pública durante 10 dias úteis, o que a plataforma que contesta o projeto considera pouco “tendo em conta a extensão e a complexidade da documentação disponibilizada, mas também nas dificuldades de acesso à informação e aos links divulgados através do WhatsApp e do Facebook, que têm sido comunicadas por várias pessoas”.

Este é o motivo que levou a solicitar o prolongamento à APA, a quem pediram também “que verifique os problemas de acesso reportados, assegure a acessibilidade dos documentos e dos mecanismos de participação e conceda uma prorrogação do prazo, na medida legalmente possível”.

Se não for possível pede uma “justificação fundamentada e a adoção de medidas alternativas adequadas para garantir uma participação pública efetiva”, informando a comunidade que é possível participar através do email [email protected] indicando o nome da consulta no assunto

A Central Solar Fotovoltaica de Sophia abrange os concelhos de Idanha-a-Nova, Penamacor e Fundão.

A primeira consulta pública foi a mais participada de sempre, com 12 700 opiniões, e resultou na rejeição quase unânime do projeto apresentado e a um chumbo da APA, que levou a Lightsource BP a reformular o projeto.

A reformulação prevê a redução em 35 por cento da área ocupada pelos painéis e a eliminação de uma das linhas de muito alta tensão projetadas. O projeto inicial da Lightsource BP previa a ocupação de 395 hectares, ficando com esta proposta nos 258 hectares. Todos os painéis previstos para o concelho do Fundão foram retirados do projeto e há também uma redução da mancha prevista para os concelhos de Idanha-a-Nova e Penamacor.

Na manhã do último dia de consulta pública esta contava com mais de 5500 participações

COMENTÁRIOS

JMarques
9 Horas atrás
ALERTA!
Nestes casos há sempre traidores, como agora se diz, ativos tóxicos.
Helena Valente
9 Horas atrás
Não a este projecto que vai acabar com a nossa Natureza e Agricultura como tenho visto por essa Europa fora
Helena Teixeira
7 Horas atrás
Somos um País de vendidos ! Vendemos tudo e destruímos todo o património natural : há tantas alternativas ! Basta saber copiar o que está a ser feito noutros Países !!!
Basta de painéis solares e parques eólicos , os que temos já são demasiados … isto no interior do País ! Para não falar no litoral , que está a ser vendido a retalho para resorts e hotéis de luxo … Pobre Portugal , ao que chegamos … para as gerações futuras , ficarão as ruínas destes parques , uma vez que já estão a ser descobertas soluções alternativas , bem melhores …
JMarques
6 Horas atrás
Grande visão, Srª D. Helena Teixeira!
E não conseguimos expulsar os vendilhões do Templo!
Manuel Nascimento
6 Horas atrás
Não me foi dado acesso à petição, nem antes, nem agora mesmo.
Maria do ceu lopes pereira
5 Horas atrás
Não ao projeto Sophia