Este site utiliza cookies. Ao continuar a navegar no nosso website está a consentir a utilização de cookies. Saiba mais

Violeiro: Sede do grupo desportivo foi requalificada

Lídia Barata - 20/08/2026 - 8:00

A sede do Grupo Desportivo e Recreativo Violeirense, na aldeia de Violeiro, na Freguesia de São Vicente da Beira, foi requalificada e a população juntou-se para celebrar esse facto.

Partilhar:

População volta a ter condições no seu ponto de encontro

A sede do Grupo Desportivo e Recreativo Violeirense (GDRV), na aldeia de Violeiro, na Freguesia de São Vicente da Beira, foi requalificada e domingo, dia 16 de agosto, a população juntou-se para celebrar esse facto.

O investimento neste edifício, que foi a Escola Primária de Violeiro, rondou os 50 mil euros, suportados pela Câmara Municipal de Castelo Branco. A intervenção foi feita a nível do telhado, palco e acessos, tendo ainda a área envolvente sido também requalificada, além da pintada exterior do edifício.

José António Morgado, do GDRV, congratulou-se com a intervenção, lembrando a “necessidade de intervenção, devido às infiltrações. Já tinha sido intervencionado com os executivos de Joaquim Morão e Luís Correia, mas esta intervenção era fundamental para preservar o edifício”.

O presidente da Junta de Freguesia de São Vicente da Beira, João Filipe Goulão, lamentou as críticas que alguns fazem aos investimentos. “Vi algumas pessoas a questionar porque é que iriam aqui ser investidos 50 mil euros, se valia a pena, porque só cá havia uma ou duas dezenas de pessoas. Mas nem que fossem só uma ou duas, vale sempre a pena”, reitera, manifestando “a disponibilidade da freguesia para continuar a fazer obras”.

O presidente da Câmara Municipal, Leopoldo Rodrigues, corrobora que “independentemente de nas localidades viverem mais ou menos pessoas, todos têm o direito a ter as mesmas condições que têm os outros”.

“Quando nos propomos a ser eleitos, é para o concelho, para as freguesias e para as necessidades da população no seu todo. Não conseguimos fazer tudo ao mesmo tempo, é verdade, porque não podemos saltar as questões técnicas, os concursos e a disponibilidade de pessoas para fazer os trabalhos, mas a câmara, com os presidentes de junta, temos foco, determinação e não desistimos, mesmo perante as dificuldades e as críticas. Esse é o caminho que vamos seguir até ao final do mandato, para servir as pessoas”.

Leopoldo Rodrigues deixou ainda uma palavra aos dirigentes das associações, “por terem disponível para estar à frente das associações, por amor à terra e por amor à camisola e vontade de servir”.

COMENTÁRIOS