A PJ deteve um homem de 36 anos, pela presumível autoria de um crime de incêndio, explosões e outras condutas perigosas, no apartamento de um prédio de habitação onde residia a ex-companheira, violação de domicílio ou perturbação da vida privada e de morte e maus-tratos a animal de companhia.
Inquérito é tutelado pelo MP de Castelo Branco
A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Guarda, deteve a 13 d agosto um homem de 36 anos de idade, pela presumível autoria de um crime de incêndio, explosões e outras condutas perigosas, no apartamento de um prédio de habitação onde residia a ex-companheira, violação de domicílio ou perturbação da vida privada e de morte e maus-tratos a animal de companhia, cometidos no mesmo dia, na cidade da Covilhã.
Segundo a PJ, “os factos ocorreram após consumo de bebidas e produtos estupefacientes por parte do suspeito, motivado por um sentimento de revolta e vingança pelo facto de a sua ex-companheira ter apresentado queixa contra si, por violência doméstica. Após colocar fogo a roupas e objetos no quarto dela, através de chama direta, com utilização de um isqueiro, ausentou-se, deixando os bicos do fogão a gás abertos, na cozinha, com intenção de vir a provocar o maior dano possível, o que não sucedeu devido à pronta intervenção dos bombeiros na sequência de alerta de vizinhos, aos primeiros sinais de fumo”.
O detido foi presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas. O Inquérito é titulado pelo Ministério Público de Castelo Branco.
Agora ao abrigo das medidas de coação "adequadas" previsivelmente muito duras, fortes e rigorosas.