Inauguração da estátua de D. António Barroso
O presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios afirmou domingo na inauguração da estátua de D. António Barroso que o monumento à missionação portuguesa é um “dever de justiça”. Natural de Remelhe, em Barcelos, D. António Barroso nasceu no dia 5 de novembro de 1854 e morreu no dia 31 de agosto de 1918, no Porto, com 63 anos Considerado como o “Bispo dos Pobres”, foi um dos frequentadores do Colégio das Missões Ultramarinas, em Cernache, criado em 1856 por Sá da Bandeira e encerrado em 1912 por Afonso Costa.
O Colégio das Missões foi frequentada por cinco mil homens e desses foram ordenados 320 padres, cujos nomes ficam inscritos na estátua de homenagem a D. António Barroso, um dos frequentadores deste colégio.
Na estátua de homenagem, em bronze, D. António Barroso aparece com uma enxada na mão e uma cruz na outra, símbolo anúncio do Evangelho e do trabalho pela promoção e desenvolvimento dos povos. D. António Barroso foi missionário no Congo, bispo em Moçambique, entre 1891 e 1997, depois bispo de São Tomé de Meliapor, na Índia, entre 1887 e 1889, e bispo do Porto desde 1889 e até 1918.
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