Oleiros: Pe José António já assumiu as novas paróquias

Lídia Barata - 03/10/2019 - 10:15

Foi e ambiente de festa que o padre José António foi recebido nas suas paróquias no concelho de Oleiros, onde durante 35 anos foi pastor o padre Neto.

 

O padre Neto passou o testemunho ao padre Zé Tó

Foi com um cântico de louvor que o povo do Estreito, no concelho de Oleiros, recebeu domingo, dia 29 de setembro, o novo pastor, o padre José António, um gosto redobrado por ser um filho daquelas terras do Pinhal. Por outro lado, não esquecem e manifestaram o seu reconhecimento e o carinho que vão guardar por aquele que foi o guia daqueles fiéis nos últimos 35 anos, o padre António Neto.

A celebração solene, onde o arcipreste, padre Paulo Jorge Ribeiro, deu posse ao novo pároco, José António e presidiu à cerimónia, que foi concelebrada pelos sacerdotes Nuno Folgado, António Castanheira, António Neto, Luís Manuel, Luís Gonzaga e o diácono Manuel Esteves.

Já na semana anterior tinham feito festa ao padre Neto, enchendo o pavilhão para um almoço convívio, para o agraciar, lembrando que nunca será uma despedida definitiva, pois esperam encontra-lo, mesmo que noutras circunstâncias.

A mesma alegria pautou esta passagem de testemunho. Como lema para esta sua nova fase, o padre José António escolheu uma passagem do Evangelho de São João: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10, 10b).

Nas palavras que dirigiu à assembleia reiterou que traz “o mesmo Evangelho. Cristo morto e ressuscitado por amor de nós e nossa salvação”, a Palavra que vai usar nesta sua pastoral, “dando importância às coisas simples e ao testemunho de fé” que a família sempre lhe transmitiu, princípios que nortearam, norteiam e nortearão a sua forma de levar Cristo a todos. Pois como disse São Paulo na Carta aos Coríntios, “pensei que de entre vós não devia saber mais nada senão Cristo e Cristo crucificado” (1cor2, 5).

Numa celebração emotiva, tal como se repetiu em Orvalho, Vilar Barroco e Sarnadas de São Simão, o padre José António parafraseando Santo Agostinho, afirmou: “convosco sou cristão, para vós sou pastor. Como pastor às vezes irei à frente, às vezes atrás e às vezes no meio...”.

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