A terceira etapa da prova que encerra a época nacional do ciclismo e promove os jovens ciclistas começa e acaba na alameda da Liberdade.
Castelo Branco acolhe uma das principais etapas
Castelo Branco acolhe sábado, dia 5 de setembro, a 3.ª etapa do 1.º Grande Prémio TSF/JN, com arranque e chegada na alameda da Liberdade, percorrendo algumas freguesias e aldeias do concelho, num percurso total de 150,7 quilómetros.
A etapa albicastrense foi desenhada pela organização a pensar nos “fugitivos”, prometendo levar a emoção do pelotão às populações locais.
A prova arranca esta quinta-feira, dia 3, em Águeda, com chegada marcada para Ovar uma jornada mais vocacionada para os sprinters. Segue-se a etapa que liga Pombal a Condeixa-a-Nova, onde os trepadores poderão ter um papel de destaque.
Depois de Castelo Branco, a prova termina domingo, dia 6, em Cascais, onde será feito um circuito de 9,9 quilómetros, com a meta na subida para Malveira da Serra.
A prova que, por tradição, encerra a época nacional do ciclismo, foi apresentada em Ansião.
Em Castelo Branco, a etapa tem início às 12H00, na alameda da Liberdade, onde está prevista também a chegada, por volta das 15H93, envolta “numa grande festa do desporto”.
O percurso, que colocará à prova a resistência dos atletas, tem passagens estratégicas pelo Museu dos Têxteis em Cebolais de Cima – Mutex, onde está instalada uma meta volante, com passagem prevista às 12H46. Os ciclistas disputarão depois dois prémios de montanha de 3.ª categoria, nas subidas de Almaceda e Casal da Serra, onde se prevê que a corrida passe às 13H51 e 14H17, respetivamente, seguindo-se passagens por Lardosa, Escalos de Cima e pelo “ponto quente” de Alcains, pelas 15H00, de onde rumam até à meta, em Castelo Branco.
“Em Castelo Branco, é um conceito de corrida em que, num concelho, abraça as suas aldeias e circula por todo o seu território”, destacou o diretor de prova, Delmino Pereira.
Para o presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, a vinda do 1.º Grande Prémio TSF/JN ao concelho “ultrapassa a vertente puramente desportiva: além de ser a etapa rainha em termos de distância de toda a prova, representa uma oportunidade estratégica de projeção do território, promovendo a diversidade das suas paisagens, o comércio local, a hotelaria e a rica gastronomia albicastrense junto de centenas de elementos das equipas e visitantes”.
Cândido Barbosa, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, lembrou que esta prova permite “alargar a época até setembro e dar oportunidade a equipas que ainda precisam de vitórias”.
Refira-se que esta é a primeira edição da prova feita em parceria entre a TSF e o JN, mas o diário já promovia uma corrida ciclista profissional desde 1979, que teve um interregno entre 2002 e 2012 e nova paragem nos anos de 2014 e no de 2020 devido ao Covid-19.