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Festival: Sete propostas nas sete vidas do Singular

Reconquista - 02/10/2026 - 21:30

Ciclo regressa em outubro com as estreias do Clube de Castelo Branco e do Barrocal como espaços.

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Resfôlego estará no Barrocal a 24 de outubro

Sete propostas entre a instalação, o teatro, a performance e a música fazem a sétima edição do Singular, que regressa a Castelo Branco durante o mês de outubro, numa organização da Terceira Pessoa.

A novidade é a inclusão do Clube de Castelo Branco e do Parque do Barrocal na lista de espaços deste ciclo de programação artística pluridisciplinar.

O Barrocal vai receber a 24 de outubro o Coletivo AND, em performance de Fernanda Eugénio, que apresenta "Resfôlego", “que convida o público a experienciar a cidade através da imprevisibilidade e da atenção ao espaço comum”, descreve a organização.

No mesmo dia o Clube de Castelo Branco recebe “As Docinhas”, com o concerto "Heroas do Mar".

O Cine Teatro Avenida e o Centro Cultural de Alcains continuam na lista de espaços do Singular, tal como a Fábrica da Criatividade, onde acontece a abertura a 3 de outubro pelas 17H00 com "Through the Chiral Veil", de Nemorea / Filipe Baptista e Sara Abrantes, uma instalação imersiva, que cruza escultura interativa e realidade virtual.

No dia 10 o espaço no bairro do Cansado recebe a peça "Álbum de Família", de Lúcia Pires, uma criação sobre memória e passagem do tempo, que contará com interprete de Lingua Gestual Portuguesa.

No dia 14 o Singular vai a Alcains para apresentar "A Teoria da Bolacha", o teatromosca e HIPÉRION Projeto Teatral, que aborda o impacto ambiental e social da poluição industrial.

De regresso a Castelo Branco, no dia 17 o Cine Teatro Avenida recebe "Beatriz by Beatriz Wellenkamp Carretas", do Colectivo 84, “um monólogo que cruza realidade e ficção para refletir sobre identidade e representação”.

O ciclo encerra no último dia de outubro na Fábrica da Criatividade, com o teatro-performance “Afro Saloyá", de Isabél Zuaa, “que cruza música, ritual, palavra e performance numa reflexão sobre identidade, memória e pertença”.

A Terceira Pessoa destaca que a programação “oferece perspectivas singulares da criação contemporânea, pensadas para diferentes públicos e faixas etárias”, reunindo artistas nacionais com percursos distintos, “convocando diferentes formas de olhar questões como a memória, a identidade, a relação entre corpo e espaço, as transformações sociais e ambientais e os processos de criação artística”.



 

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