A curta-metragem ‘Tardo’, filmada em vários locais do concelho de Idanha-a-Nova, conquistou os galardões de Melhor Filme Nacional e Prémio do Público no Gardunha Fest.
Concelho de Idanha-a-Nova serviu de cenário
A curta-metragem ‘Tardo’, filmada em vários locais do concelho de Idanha-a-Nova, conquistou os galardões de Melhor Filme Nacional e Prémio do Público na edição de 2026 do Gardunha Fest – Festival de Curtas-Metragens da Beira Interior, que decorreu no Fundão.
Escrito e realizado por Carlos Calika, o filme resulta de uma parceria entre a Ajidanha e o Teatro Amador de Pombal e, antes do Gardunha Fest, também recebeu o título de ‘Melhor Filme’ no festival Machicurtas, na Madeira, onde estreou.
Esta equipa é “repetente” no Gardunha Fest, pois também venceu a edição anterior com a curta-metragem Monstros.
“Rodado em Idanha-a-Nova, Idanha-a-Velha e Monsanto, o filme inspira-se no folclore e nas tradições da Beira Baixa, integrando elementos identitários do território, desde o património cultural e paisagístico ao adufe e a outras expressões da cultura local”, explica a sinopse.
A nova distinção, “representa um importante reconhecimento para todos os envolvidos na produção e contribui para afirmar Idanha-a-Nova como território de criação artística e cinematográfica, projetando o património cultural e a identidade da região junto de novos públicos”.
‘Tardo’ continua no circuito dos festivais, estando já selecionado para o Motelx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, onde competirá pelo prémio de Melhor Curta de Terror Portuguesa.
Refira-se que Festival de Cinema Gardunha Fest, organizado pela Histérico-Associação de artes, em colaboração com a Câmara Municipal do Fundão e o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude, dedicado à temática do paranormal, distinguiu ainda na Categoria Internacional, a curta-metragem ‘Ensayo sobre la estupidez’, de JK Alvarez (Espanha), enquanto na Categoria Nacional -18 anos foi escolhido o filme 'Capitão Camões', de alunos do 8ºA do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, de Braga, sob orientação de Paulo D’Alva.
Foi ainda atribuída uma menção honrosa à curta-metragem ‘Ana Morphose’, de João Rodrigues.