Palestrantes posaram para a posteridade
Após uma visita ao Museu Cargaleiro, os genealogistas que vieram de várias localidades do país, reuniram-se recentemente no Palácio dos Cardosos (sede da Cooperativa Pinacoteca). Cerca de três dezenas de pessoas participaram na VIII Tertúlia Genealógica de Castelo Branco (Congresso de Genealogia Nacional).
Estiveram na mesa o presidente da Cooperativa Pinacoteca, José Barata de Castilho, e os oradores Nuno Barata-Figueira (Genealogista e Diretor da Associação Portuguesa de Genealogia), Rui Faísca Pereira (Secretário-Geral da APG) e António Graça Pereira (Genealogista e associado da APG).
Nuno Barata-Figueira falou do tema «Quando a Política Refuta e a Genealogia Comprova (II): Henriques de Alvares, Henriques da Portela do Fojo-Machio» e a partir da sua investigação mostrou as árvores genealógicas de três políticos, um do Estado Novo (II República) – Marcelo Caetano, outro do 25 de Abril de 1974 – Álvaro Cunhal e um do 25 de Novembro de 1975 – Jaime Neves.
Rui Faísca Pereira abordou por seu lado o tema «Dos Campos do Danúbio à Selva Urbana: A Família Haas e as suas Ligações a Portugal», enquanto António Graça Pereira interveio a propósito da «Genealogia e alguns antepassados do Mestre Cargaleiro». Sobre esta figura da cultura recentemente falecida lembrou que o nome Cargaleiro vem de Sobreira Formosa (Proença-a-Nova); os seus antepassados eram proprietários e lavradores; foram descobertos até à data 349 antepassada do Mestre Cargaleiro que tem parentes nos concelhos de Mação, Oleiros, Vila Velha de Ródão, Castelo Branco, Proença-a-Nova e Nisa.
São possíveis de reproduzir?
Grata