“Não gostava de sair da associação, eu a nossa equipa dirigente, sem essa concretização", Hélio Almeida.
Hélio Almeida é o principal rosto do teqball na Associação Granja Park.
Considera que não tem sido fácil o processo de afirmação da modalidade em Castelo Branco, não obstante as iniciativas do clube, sobretudo ao trazer etapas de nível nacional e até internacional à cidade albicastrense.
“Gostaríamos que mais gente viesse assistir e manifestasse interesse em jogar. É uma modalidade entusiasmante, mas é preciso conhecê-la ao vivo. Estamos dispostos a ajudar e enquadrar praticantes, mesmo na ida a torneios”, referiu.
Satisfeito por ter tido mais de três dezenas de jogadores na etapa do Anteq’24 e cinco nacionalidades representadas, Hélio Almeida vê na falta de um espaço coberto para ter a mesa de teqball, uma condicionante significativa.
“Não temos espaço interior para treinar no inverno. Falta-nos a sede que tanto ambicionamos para poder fazer eventos”. É a grande aspiração da AGP: “Não gostava de sair da associação, eu a nossa equipa dirigente, sem essa concretização. Já houve uma abordagem. Gostaríamos muito de ter um espaço nosso. Estamos numa sala alugada, que representa encargos todos os meses”.