Foi apresentada a nova marca promocional «Sentir com a Alma», que pretende afirmar a identidade do concelho e reforçar a sua estratégia de valorização turística.
A Feira de Enchidos, Queijo e Mel voltou a mostrar a gastronomia, a cultura e o artesanato do concelho de Vila de Rei durante nove dias.
Na abertura do certame foi apresentada a nova marca promocional de Vila de Rei «Sentir com a Alma», “um projeto que pretende afirmar a identidade do concelho e reforçar a sua estratégia de valorização turística”, descreve a autarquia.
Esta marca nasce com assente “em valores como a tranquilidade, o acolhimento, a centralidade, a qualidade de vida e a autenticidade. Estes atributos refletem a essência de Vila de Rei e a capacidade do território em proporcionar experiências transformadoras, capazes de despertar emoções e criar memórias duradouras”.
“O processo de construção da marca, desenvolvido por uma equipa de investigadores do Instituto Politécnico de Portalegre, de Castelo Branco e de Tomar, distinguiu-se pelo seu carácter participativo e colaborativo dos agentes públicos e privados do território, com recurso a metodologias participativas”.
Paulo César Luís, presidente da câmara municipal, considera que “o balanço é extremamente positivo. A forte adesão do público demonstra que a Feira de Enchidos, Queijo e Mel continua a afirmar-se como um dos principais eventos da região, promovendo os nossos produtos endógenos, as empresas locais, o artesanato, a gastronomia e, este ano, apresentando também uma nova forma de comunicar e promover Vila de Rei através da marca «Sentir com a Alma»”.
Segundo a vice-presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal, Anabela Freitas, Vila de Rei “deve ser visto como um território de elevado potencial, uma vez que as novas tendências turísticas favorecem precisamente destinos que permitam desacelerar, desligar-se do quotidiano e conectar-se com a natureza e a com as comunidades locais. Por isso, estamos perante um novo luxo do turismo”.
Na sessão também marcou presença o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, que afirmou que a marca territorial representa mais do que uma imagem gráfica. “É a afirmação de uma estratégia. É a expressão de uma visão de desenvolvimento”, acrescentando que o futuro destes territórios não passa por competir em quantidade, mas sim pela autenticidade, qualidade de vida, proximidade, segurança e hospitalidade.