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Incêndios: Tolerância zero ao uso do fogo em espaços florestais

Lídia Barata - 26/08/2021 - 8:00

Atendendo às previsões meteorológicas do IPMA, que apontam para temperaturas altas que potenciam o risco de incêndio rural, a ANEPC, recorda as medidas preventivas.

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A vigilância permanente e a prevenção são as melhores armas

Atendendo às previsões meteorológicas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que apontam para temperaturas altas que potenciam o risco de incêndio rural, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), recorda as medidas preventivas que toda a população deve ter presente.

A palavra de ordem é “tolerância zero” ao uso do fogo nos espaços florestais.

O tempo quente e seco, o vento moderado a forte ou a instabilidade atmosférica (podendo em alguns casos potenciar a ocorrência de trovoadas) é favorável à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, oque, consequentemente, dificultarão as ações de combate aos mesmos.

Assim, pelo menos até dia 30 de setembro, a ANEPC recorda que é proibido fazer queimadas e queima de amontoados sem autorização devendo, sempre que tal se justifique, ser feito um contacto prévio com a Câmara Municipal ou através do número 800200520; é ainda proibido utilizar fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito; fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais; lançar balões de mecha acesa e foguetes e o uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da câmara municipal; fumigar ou desinfestar apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas; e usar motorroçadoras (exceto se possuírem fio de nylon), corta-matos e destroçadores em dias de risco máximo, devendo ainda ser evitado o uso de grades de disco. Dentro das medidas preventivas consta ainda a obrigatoriedade de usar dispositivos de retenção de faíscas e de tapa-chamas nos tubos de escape e chaminés das máquinas de combustão interna e externa nos veículos de transporte pesados e um ou dois extintores de seis quilos, consoante o peso máximo seja inferior ou superior a 10 toneladas.

A evolução do risco de incêndio está disponível e em constante atualização nos sites da ANEPC, do IPMA e do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas ou junto dos Serviços Municipais de Proteção Civil e dos corpos de bombeiros.

 

 

COMENTÁRIOS

J. Nunes
à muito tempo atrás
Parece-me que essa foto era do Zephyr cs-uoe. Já tem alguns anos. Fez-me recordar dois grandes pilotos do Aeroclube de CB. Excelentes pessoas e amigos. Deixaram saudades a muita gente. Obrigado Lídia pela escolha da foto. Foi tirada numa das muitas viagens de vigilância do nosso território, realizadas pelo Óscar Eco (matrícula da aeronave).