Padel está a ter grande aceitação a nível nacional
Há quatro anos, em novembro de 2012, a Associação de Profissionais de Educação Física de Castelo Branco (APEFCB) desafiou a autarquia albicastrense, através da apresentação de uma proposta, a construir campos de padel municipais.
A ideia assenta num projeto de promoção desta modalidade de raquete, jogada a pares e utilizando raquetes e bolas próprias. O campo de padel é retangular, totalmente fechado, tem 10 metros de largura por 20 de comprimento e uma rede no meio. Nos topos e em parte das laterais, tem uma superfície em vidro ou em alvenaria. A supefície do campo pode ser em relva sintética, alcatifa ou betão poroso.
A proposta aponta(va) para a construção de campos que seriam geridos por aquela associação de profissionais de Educação Física, de forma “a possibilitar a prática da modalidade a todos os municípes e que clubes interessados possam desenvolver a modalidade, fazendo-se assim uma boa rentabilização do espaço com uma elevada taxa de ocupaçãpo dos campos”, como é convicção da associação de classe dirigida por João Paulo Ramalho.
A proposta, segundo revela a APEFCB, “foi bem acolhida pela Câmara”. Enquanto a essência do projeto não avança, a associação vai promover uma ação de formação com o objetivo de “dotar os professores e Educação Física de conhecimentos que lhes permitam desenvolver o padel em contexto escolar”.
Esta ação, marcada para 26 e 27 de novembro, é organizada pela APEFCB em colaboração com o Centro de Formação da Associação de Escolas Altotejo. Decorrerá em Lisboa e será, essencialmente, prática, num complexo desportivo com um número elevado de campos e com uma equipa técnica dinâmica, liderada por um treinador espanhol “com elevada experiência no ensino da modalidade”.
As inscrições para esta formação numa modalidade em crescimento no nosso país e consolidada na vizinha Espanha, decorrem até 18 de novembro e podem ser feitas através do contacto eletrónico da APEFCB.